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Produção de energia nas hidrelétricas cai 6%; nas termelétricas, sobe 5%

Publicada em 04/07/15 as 10:16h por G1


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 (Foto: G1)

Terminou o primeiro semestre e os brasileiros ainda não conseguiram se livrar de um peso enorme nas despesas de casa e nos custos das empresas. Com as usinas térmicas sendo usadas em nível recorde para compensar o volume baixo dos reservatórios das hidrelétricas, a conta de luz vai continuar nas alturas.

Já viu loja de lustres quase no escuro? Então repare, porque nas melhores casas do ramo a regra é economizar energia. Em uma delas, na zona norte do Rio, só 30% das luminárias ficam ligadas direto, todas com lâmpadas LED, que são as mais econômicas. Se entra cliente na loja, aí sim a dona vai acendendo as outras. E o ar condicionado só é ligado se fizer muito calor. Senão, vai de ventilador mesmo.

Jornal Nacional: E na conta de luz, o que aconteceu?
Fernanda Vieira (comerciante): Deu uma redução de R$ 900.
Jornal Nacional: Se não fizesse tudo isso que você fez, qual seria a situação?
Fernanda Vieira: Crítica, não daria para continuar talvez

E olha que estamos no inverno, quando o consumo de energia cai por causa do frio. O fato é que nunca se gerou tanta eletricidade nesta época do ano pela queima de petróleo, carvão e gás.

De um ano para cá, a diminuição das chuvas fez cair ainda mais o nível dos principais reservatórios do país. Resultado: queda de 6% na geração das hidrelétricas. No mesmo período, as termelétricas, mais caras e poluentes, elevaram em 5% a produção de energia. É o equivalente a 80% do consumo do estado de São Paulo.

Notícia ruim porque quem banca o funcionamento das usinas térmicas é o consumidor. A informação vem impressa na conta. 

"Bandeira vermelha, para o consumidor que não entende, é porque que eu estou gerando térmica. Então, eu estou pagando por estar gerando térmicas, caras, porque as bandeiras são caras", explica o Renato Queiroz, engenheiro da UFRJ.

Num salão de beleza, já que não é possível abrir mão dos muitos aparelhos que garantem o visual caprichado, o jeito foi regular o uso dos 22 ar condicionados e proibir a recarga dos celulares. "Existe uma política vigilante de que ninguém carregue", explica a dona do salão, Ivani Werneck. A economia foi de R$ 2,1 mil.

A medida vale para os 70 funcionários. Mas será que eles aguentam? "Aí você usa os recursos, diminui o brilho da tela para ele durar mais, já vem recarregado de casa para não pagar mico na frente da patroa, que ela reclama", diz a secretária Iuly Cenebaum.
 
O Operador Nacional do Sistema Elétrico informou que as hidrelétricas estão sendo poupadas para o verão, quando o consumo é maior.

A partir deste sábado (4), a conta de luz vai ficar ainda mais cara para os clientes da Eletropaulo, na Região Metropolitana de São Paulo. Para as indústrias, o aumento vai ser de 11%. Para os consumidores residenciais, 17%.




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