

Através das redes sociais, um morador de Sobradinho fez uma denuncia sobre as "péssimas condições do ônibus da empresa Joafra". Ele cita que o ônibus da empresa Joafra, cuja responsabillidade agora é a JL Transporte "é velho e quebrado e questiona quando as autoridades vão tomar providências. O transporte público é a linha Sobradinho Juazeiro.
Em contato com a REDEGN, os motoristas da empresa afirmaram que "resolveram paralisar os trabalhos devido os salários atrasados. Na terça-feira, dia 28, vai ter paralisação.
Confira NOTA DE REPÚDIO – TRANSPORTE INTERMUNICIPAL LINHA 443 (SOBRADINHO X JUAZEIRO)
Os usuários da Linha 443 (Sobradinho x Juazeiro) repudiam publicamente as condições degradantes do transporte intermunicipal operado pela empresa JL Transportes. Horários são constantemente perdidos por conta de veículos quebrados, e em 04 de dezembro de 2025 um ônibus pegou fogo com passageiros dentro – episodio que, por sorte, não deixou feridos, mas escancarou o risco real a que a população é submetida diariamente.
Não obstante a isso, nos momentos em que possui transporte “em condições” de funcionamento, o administrador da empresa JL Transportes se recusa a colocar os ônibus na linha – sob a justificativa de insuficiência econômica, além de não cumprir as obrigações trabalhistas junto aos seus empregados/motoristas.
Agravando o cenário, a empresa enfrenta concorrência desleal das vans da Associação COTRANSLAGO, que saem sistematicamente 5 minutos antes dos ônibus regulares para capturar passageiros nos pontos, inviabilizando economicamente a linha – sem, contudo, ser capazes de substituí-la, já que não aceitam vale-transporte, carteira de estudante, etc.
À luz disso, exigimos que os órgãos competentes – especialmente a AGERBA e o Ministério Público – atuem com urgência para fiscalizar as condições da frota, coibir as práticas irregulares das vans alternativas e garantir à população de Sobradinho e Juazeiro o que a Constituição Federal já assegura no seu Art. 6°: o direito a um transporte digno, seguro e acessível a todos. A omissão do poder público diante dessa situação é uma afronta direta à dignidade das pessoas que dependem desse serviço para trabalhar, estudar e viver.
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